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Escrito por uma menina que lê até bula de remédio e escreve até em papel higiênico.
Editado por um menino que pensa muito e faz pouco, mas quando faz, não espere menos que a perfeição.

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    blog da Mink

    Disseram que sou "coloridinha, mas legal"!!! Disseram que sou cor-de-rosa!!! Eu sou DESIGNER, e só!!! Tá bom, com certas gamas de magenta, eu admito... Mas de DESIGN esse blog ainda não tem muito, mas tem o dedinho dele... Atualmente, caloura de JORNALISMO, porque nunca é tarde para realizar os sonhos de sua vida.

    quinta-feira, 3 de abril de 2014

    Estilo Véu de Noiva

    Estivepensando‬: nunca me liguei em moda, detesto andar igual a todo mundo, também não sigo tendência, nem mesmo lanço, não posso dizer que tenho um estilo invejável, aliás, nem sei se tenho um estilo definido. Sempre primei pelo conforto, mais que pela aparência. Confesso que acho interessante uma mulher bem vestida, que sabe combinar isso com aquilo, embora - pra mim - "bem vestida" seja relativo, sempre entra o gosto pessoal no enredo. De tudo isso, só tem uma coisa que me incomoda, não deveria me importar, mas sinto-me incomodada, é fato.
    A pessoa odeia rosa com todas as suas forças, repete a cada 10 minutos que odeia rosa, aí aparece uma "formadora de opinião" e diz que rosa é tudo, é o poder, é a cor símbolo de todas as novas tendências mundiais... Surgem 2 ou 3 celebridades de rosa e plin!!! Lá está a criatura de rosa da cabeça aos pés, dorme e acorda de rosa... até que passa a modinha, o camelô começa a vender tudo rosa e pronto, ela sai do transe, diz que rosa é out, põe fogo no guarda-roupa e nunca mais na vida usa rosa, até o próximo ciclo da moda, claro, porque se tem uma coisa que é cíclica, é a moda. Sempre achei que se minha mãe tivesse arquivado o guarda-pura de solteira eu teria assegurado vestir as "últimas tendências" com custo zero por diversas vezes... Eu era adolescente e já pensava assim, já me incomodava a pessoa ter 15 calças de brim coloridas e 6 meses depois dizer que jamais vestiria aquela coisa horrorosa, oi?!?
    Talvez esse gosto - ou desgosto - por moda em si tenha sido um mero recurso do meu cérebro, sempre soube que estar na moda era uma questão de status, muito mais que de gosto ou opinião. Como eu não tinha condições de bancar as tendências, talvez tenha apenas me esquivado de desejá-las, cansei de ver gente surtar, passar fome, ameaçar até a mãe para comprar aquela calça da Fórum/GAP de R$ 300,00! Isso numa época que o salário mínimo era R$ 250,00, pra mim sempre foi surreal, tão impensável quanto pagar R$ 30,00 em 100 gr de chocolate num ovo de páscoa com um brinquedinho vagabundo para o filho. Mas mesmo nas ocasiões que tenho condição de comprar, me causa repulsa experimentar alguma coisa e a vendedora dizer: "está todo mundo usando". Ok, esse é um ótimo motivo para deixar para próxima. Como eu disse antes, não deveria me importar, cada um tem seu estilo, ponto. Mesmo que esse estilo seja seguir o estilo alheio, é a opção de cada um. Então por que me importo?
    Porque não sei. Me incomoda não encontrar facilmente roupas que se adequem ao meu corpo? Claro! Hoje o manequim é um problema, mas já fui magra, muito magra, estilo gostosa... e sempre foi difícil encontrar roupas que me agradassem, que saíssem dos 2 modelos que estão na moda no momento, então da loja mais cara à feirinha, eles são suas únicas opções, seja de cor, seja de modelo, seja de tecido... Quer saber uma frustração? Não saber cortar, costurar, modelar... Talvez esse conhecimento resolvesse metade dos meus problemas.
    E de repente pensei: por que é mesmo que estou escrevendo isso? Bem, fora o fato de gostar de escrever e qualquer coisa ser motivo, com ou sem a turma do "nem lei, nem lerei", escrevi para externar meu incômodo, embora inútil, com essa modinha do tule! Sabe aquele tecido furadinho, transparente, de "véu de noiva"??? Aquele treco vagabundo que quando eu era criança minha mãe usava em decoração de casamento, roupa de boneca, e até VÉU DE NOIVA?!?! Pois é, é a última tendência, o hors concours da moda, da alta costura ao carnaval carioca, é quase impossível sobreviver 2 horas e não se ver uma mulher com a roupa "vazada" de tule, seja num truque pequeno, gerando ilusão de ótica por vezes até interessante, seja num vestido inteiro, em verdadeiras aberrações. Cheguei a pensar que alguém tivesse inventado um nome novo pra definir essa maravilhosa descoberta da indústria têxtil, mas ouvi alguns especialistas dizendo que não, é o bom e velho tule mesmo, apenas mudaram as fibras, os fios, algo que o tornou mais aderente à pele, mais maleável, e até mais fácil de colar pedrinhas e acessórios, nos casos das fantasias de carnaval. Sendo que neste caso, parece que uma nova cola [essa sim uma invenção da ciência moderna] também é indispensável para o bom acabamento.
    Ok, acho legal a inovação, as ideias de estilistas capazes de criar efeitos visuais incríveis, brincando com as transparências, acho tudo válido. O que me incomoda é o simples fato da obrigatoriedade! Por que se não é obrigatório, é pura falta de criatividade mesmo, só pode. 


    quarta-feira, 23 de outubro de 2013

    Festa do Pocoyo | Murilo - Ano 2

    Fevereiro - 2012
    Local: Salão de Festas Novos Ventos - ICJG / RJ
    Móveis, totens e Painel - Officina de Festas
    Bolo fake [biscuit] - Marcia
    Personalizados, lembranças, convite... Mink Design [Eu]




    sexta-feira, 19 de outubro de 2012

    #PensandoAlto


    Eu entrei na internet, em casa, pela 1ª vez em 2000. Assim que lançaram o IG, o 1º provedor gratuito. É, porque naquela época se pagava o provedor por hora, além da conexão - discada - por minuto [ou pulso], a maior moda era sala de bate-papo da UOL e nem se falava em rede social. Site de Busca era o Cadê, se é que já tinha o Cadê aí, nem sei.

    Confesso que logo me encantei com emails recheados de pps com imagens lindas e textos sedutores, de todos os tipos, com piadas, tirinhas e toda sorte de gracinhas compartilhadas na velocidade de um click. Em pouco tempo, descobri que toda essa profusão de conteúdo inútil, mas divertido, se repetia, repetia, repetia... num verdadeiro loop. O mesmo email que havia recebido na semana anterior e achado super original, recebia novamente de todos os cantos, até o ponto de odiá-lo eternamente. Lembrando que as caixas postais dos emails lotavam facilmente, o que aumentava o ódio ao receber uma mesma

    mensagem 10 vezes e deixar de receber alguma supostamente importante por simples falta de espaço. Mas também percebi que era preciso ter paciência, ninguém era obrigado a saber, se tinha me mandado tal mensagem era porque havia achado interessante e julgado que eu também poderia achar. E aí começaram aquelas correntes, por um lado pensava: não é possível que alguém tão esclarecido acredite nesta merda, mas vamos ter paciência... Ok, sempre tive paciência, mas 1 ano depois, conheci alguém que havia acabado de entrar na internet, resultado: todas aquelas mensagens recebidas novamente, como se fossem a última novidade. Paciência... o cara chegou na história agora, não é obrigado a saber...

    E assim, a cada ano, a cada semestre, a cada dia, alguém novo entrava na internet e tudo se repetia, repetia... Continua assim até hoje, 12 anos depois, recebo os mesmos emails, as mesmas correntes, as mesmas piadas, os mesmos "alertas", os mesmos emails falsos... E não ´so de quem é novo no mundo virtual, de todo mundo, o tempo todo. E percebo que a maioria das pessoas, independente da classe social ou do tempo que estão conectadas tem o péssimo hábito de acreditar em qualquer coisa que leem, veem ou ouvem, de achar que estão ajudando replicando qualquer coisa, fotos bizarras, montagens grotescas como se fossem cenas reais, campanhas falsas, correntes absurdas, vírus, vírus disfarçado de qualquer coisa, vírus até sem disfarce nenhum...

    Ninguém pensa no desserviço. Ninguém jamais pensa no altíssimo acúmulo de lixo eletrônico gerado e que isso tem um custo, alto por sinal. Ninguém pensa que quanto mais compartilha porcaria, mais lenta e cara a internet se torna... Lembro de uma pesquisa [real e séria], nem tão recente, onde foi constado que a grande maioria do que circula na internet é pornografia e coisas do gênero. E o que todos pensamos? E internet é isso mesmo, uma fonte inesgotável de diversão "gratuita" e passa-tempo sem fim.

    Triste... haja paciência. =#

    sexta-feira, 24 de agosto de 2012

    E assim ficou a Festa do Pequeno Príncipe =)

    1º ano do Murilo, em 12 de fevereiro de 2011







     








































      






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    besteirinhas

    Melhor do que passar 3 horas no engarrafamento, é ouvir: "eles deviam servir porções de batata frita e calabresa, chopp na caneca zero grau e vir vestidos como garçon..."

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    • Mesmo que os livros, ou as pessoas digam que um trecho de código não funciona, experimente. (Marcio)

    quem disse?!

    • Trabalho é tudo aquilo que você faz na hora em que gostaria de estar fazendo outra coisa. (sabedoria popular)
    • Se você colocar dois designers dentro de uma sala para discutir sobre um determinado assunto, não se espante se você ouvir três opniões diferentes. (Sei lá)
    • A única maneira de conservar a saúde é comer o que não se quer, beber o que não se gosta e fazer aquilo que se preferiria não fazer. (Mark Twain)

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